Eu apoio...

Blog do Dogcão e Sua Turma
Blog do Dogcão e Sua Turma
Dogcão no facebook
Dogcão no facebook
Siga o Dogcão no Twitter
Siga o Dogcão no Twitter
Mundo Brasil HQ
Mundo Brasil HQ
Site do Nanal
Site do Nanal
Trilhas Solidárias
Trilhas Solidárias
Por Albrecht Dürer e Rodrigo Shampoo
Por Albrecht Dürer e Rodrigo Shampoo

Adão e Eva por Rodrigo Shampoo

 

Deus era um cara solitário que conversava diariamente com seu bonequinho de fantoche que ficava na sua mão esquerda. Certo dia Ele estava entediado e resolveu criar o mundo. Bastou um estalo de dedos e... voilà. Lá estavam o universo, as estrelas, os planetas, as plantas, os animais e tudo mais.

Diariamente Deus conversava com sua samambaia, até que ficou furioso com a falta de resposta resolveu criar o homem enquanto cagava. Com barro da privada misturado à merda que saía dos meios Teus, criou o homem: um ser dotado de uma exímia capacidade de fazer merda. Por que será?

Sem criatividade Deus deu-lhe o nome de Adão.

Então Deus teve um amigo para conversar. Era papo sobre tudo, ferramentas, futebol, cerveja, churrasco, carros, mas faltava algo: a mulher.

Sem pensar duas vezes Deus retirou uma costela de Adão e fez a mulher. Pronto, a festa estava completa, falavam da bunda dela, dos peitos dela, das coxas dela, tudo isso enquanto ela ia pegar a cerveja. Deus falava para Adão “coisas sobre a terra, a água e o ar”. Até que a mulher, chamada Eva (outro surto divino de falta de criatividade), resolveu abrir a boca:

- Adão, toma vergonha na cara, vai trabalhar e compra uma roupa. Ou prefere ficar desfilando por aí com uma folhinha tampando o seu pequenino pênis? Aproveita e compra roupa para mim também. Melhor ainda, me dê o seu cartão, pois eu quero um vestido Versace, uma bolsa da Louis Vuitton que combine com o vestido, um sapato Prada e cristais Swarowsky.

            E começou a discussão...

            Deus saiu pela tangente e deixou um recado para os dois: “A maça é minha sobremesa, quem comer mandarei para o inferno!”.

            Eva muito bolada com a falta de sexo resolveu então bater um papinho com a sedutora cobra, já que Adão não usava a sua que ficava escondida atrás da folhinha.

Papo vai, papo vem, a cobra e Eva exageraram no vinho e acabaram... vocês sabem! O fato é que Eva, totalmente relaxada, se distraiu e comeu a porra da maçã, logo a maçã que era proibida. Ela não podia ter comido laranja ou a pêra? Mas não, a “anta” comeu justamente a maçã!

            Adão, o corno, a viu com a cobra e foi imediatamente tirar satisfações com sua esposa.

- EVAAAAAAAAAAA! – esbravejou Adão – Você me traiu com uma cobra?

- Uma cobra não, Adão. Uma anaconda! – respondeu Eva.

            Foi então que Deus apareceu puto da vida e mandou Eva para o inferno, pois ele ficara sem maçã e teve que se contentar com a jaca.

Adão ficou satisfeito com o castigo dado a Eva e sentou-se ao lado de Deus, acendeu um baseado e começou a conversar com o Criador.

- Pois é, ela mereceu!

- Não é? – perguntou Deus.

- Ééééééhhhh. – respondeu Adão.

- Então é isso aí! – disse o Criador.

- Ééééééhhhh. – disse a criatura.

- Não é? – perguntou Deus, de novo.

- Ééééééhhhh. – respondeu Adão.

            Os dois, em um momento chapado, começaram a rir sem motivo algum, até que Deus teve uma caganeira e saiu correndo. Ele lembrou que usou a privada para criar Adão, então fez no mato mesmo e se limpou com o pobre do coelhinho branco.

Adão, totalmente chapado, foi até a macieira mijar e deu de cara com a cobra. Foi aí que Adão virou Eva... vocês sabem!

Deus voltou furioso e disse a Adão:

- Porra, Adão! Esse buraco era só de saída! Como pôde? Tu és como um filho pra mim.

            Eis que Adão responde:

- Ai, Papi. Eu pelo menos não comi maçã, pois prefiro nabo! Se você me castigar, eu te processo por racismo, seu homofóbico!

Deus sem saber o que fazer criou vários homens e várias mulheres. A situação saiu do controle e deu a merda que deu! Dilma, Serra, Garotinho, César Maia, Rosinha, Palocci, Sarney, Collor, FHC, Lula, Ahmadinejad, Hitler, Tiririca, Banda Kalypso, Claudia Leitte, Lacraia, Val Baiano, Obina, Pinochet, Josiel, Fahel, Bruno, Temer, Mulheres Frutas, Eurico Miranda, um monte de MC’s, NX Zero, duplas sertanejas, Edmundo Santos Silva, Ricardo Teixeira, Gugu, Lady Gaga... pausa para um curto-circuito mental.

Agora está explicado!

Sim, eu sou daltônico. E daí!?

Por Jônatas Leal
Por Jônatas Leal

Aí vem o Chaves!

 

Gostaria de dizer o quanto o "Chaves" foi importante para a minha vida e para o meu site. Vou citar algumas coisas que o Quico, o Seu Madruga,  o Chaves e cia me ensinaram. Com eles eu aprendi...

 

Que se pode dar o nome de satanás a um cachorro;
A gostar de sanduíche de presunto;

Que quero conhecer Acapulco;
A falar: isso, isso, isso;
Que é legal passar o dia usando meião de futebol;
Que cada vez que eu respiro, eu mato um chinês;
Que não se deve pagar o aluguel;
A evitar a fadiga;
Que a vingança nunca é plena, mata a alma e envenena;
A fazer uma chinforínfula;
Que não devemos nos misturar com a gentalha;

As pessoas boas devem amar seus inimigos;

Que ninguém tem paciência comigo;

Não existe trabalho ruim. O ruim é ter que trabalhar;

Que se você é jovem ainda amanhã velho será;

Se soubesse que tinha mandado um idiota fazer isso, tinha ido eu mesmo;

Que os sapinhos fazem Uhm-Ah-Uhm;

Não há nada mais trabalhoso do que viver sem trabalhar;

Que gesso e leite de burra são coisas diferentes;

O que é um frango à fru-fru;

Que não existe uma bola quadrada;

Que você só não é mais burro por falta de espaço;

Que é possível morar em um barril;

Que uma caveira significa PRERIGO;

A contar tudo para minha mãe;

O que é um churros;

Que se você quiser alguma coisa... COMPRA!

Inspirado em “Tudo que o mestre mandar... Faremos todos”

 

Pulo do décimo andar

Pularemos todos.

Se conseguirmos andar

Pularemos de novo.

 

Deixe-a queimar
 
Não foram as chamas da fogueira,
Muito menos do fogão.
Foram as chamas do seu corpo
Que queimaram a minha mão.
Você estava ardendo em febre,
E eu não.

Poema do não enche o saco

 

Eu vi um palhaço

Querendo brincar.

Dei-lhe uma porrada

Para ele parar.

 

 

Azeitona: A lenda do psicopata

 

1977...

Nasce mais uma criança no mundo, coisa normal, se não se tratasse de Xochene Merdovisk, um americano filho da puta, quero dizer, de russos. Seu pai, um espião, morreu antes do seu nascimento, fuzilado por um grupo de nacionalistas fantasiados de ursinhos carinhosos. Sua mãe, Vômoda Dekatro, famosa por suas puladas de cerca, logo trouxe um outro homem para morar junto dela. Algum tempo depois casaram-se.

5 anos depois...

Vômoda sentia que seu atual marido, o americano filho da puta, quero dizer, de portugueses, Shen Pinto, não gostava de Merdovisk, pois ele o olhava com um jeito misterioso, maléfico e as vezes tratava o garoto como uma boneca.

Dia desses Vômoda sai de casa e então Shen Pinto leva Merdovisk até a escada do prédio, põe a mão por dentro da calça e tira uma coisa grande de dentro. O garoto parecia desesperado, então o padrasto introduz aquela coisa com um gosto horrível na boca de Merdovisk, o mesmo desesperado teve que chupar aquela coisa: Era um pirulito... de azeitona.

Em todo o prédio só se ouvia o choro do garoto, as risadas demoníacas do padrasto e seus gritos medonhos:

- Chupa, chupa, chupa esse pirulito de azeitona! Hahaha...

- Buuáááááá...

Quando a mãe chega, encontra o filho se debatendo no chão visivelmente perturbado e um bilhete enfiado em seu nariz dizendo: “TCHAU!!!”. E Shen Pinto então nunca mais voltou.

10 anos depois...

Merdovisk nunca mais foi o mesmo. Era um jovem isolado e num belo dia leva sua primeira namorada pra casa. Neste dia o elevador estava quebrado e então o casal foi de escada. Quando o jovem dá o primeiro passo na escadaria ele se sente estranho, possuído por uma força incrível, em seguida ele a derruba e coloca a parte mais arredondada do seu corpo na boca de sua namorada: o seu dedão do pé. Ela consegue fugir e nunca mais torna a falar ou sequer olhar pra ele.

Indignado Merdovisk mata o seu ursinho de pelúcia. Com a morte do seu ursinho que se chamava “Meu fofinho”, ele toma gosto pela coisa e mata sua ex-namorada, atropelando-a com um carrinho de bebê e logo depois vira viado.

Alguns anos se passaram e Merdovisk agora um adulto viciado em cheirar cuecas, continua sua onda de crimes brutais tendo como sua próxima vítima sua mãe e sua coleção de figurinhas pornográficas do Papai Noel, Coelhinho da Páscoa e do Arnold Schwarzenegger.

Ele mata sua mãe de forma sangrenta, ao colocar cerol no papel higiênico e depois enquanto ela agonizava com hemorragia nas hemorróidas, ele a sufocava com brigadeiros de azeitona, que tinham os restos mortais das suas figurinhas como recheio.

Merdovisk começa a sentir remorso por assassinar suas figurinhas e então passa a usar cada vez mais a azeitona como droga, fumando, cheirando e até injetando azeitona. Até que depois de tudo isso veio a fatalidade. Ao chupar o pirulito de azeitona ele morre de overdose.

Mas antes de seu leito, ele lembra das últimas palavras que ouvira de seu padrasto:

“- Chupa, chupa, chupa esse pirulito de azeitona! Hahaha...”

E morre de desgosto, porque se arrependeu de ter matado sua figurinha do Papai Noel de biquíni fazendo massagem nos mamilos de Stallone, sua preferida.

 

 

 

Brincadeira de mau gosto

 

Tudo se passou em Portugal, num pequeno vilarejo à 10km da capital. Era dia 31 de Outubro de 1850, quando na tarde deste mesmo dia, dois jovens garotos, Manuel Joaquim e Joaquim Manuel, resolveram fazer uma brincadeira com o coveiro do cemitério.

         Antes da 12ª badalada do relógio da Igreja, eles saíram escondidos de suas casas, Manuel Joaquim saiu com uma melancia na cabeça vestindo roupas rasgadas como se fosse Manuel O’Lantern, uma antiga lenda de Portugal, de um cavaleiro sem cabeça que carregava uma melancia, e seu amigo Joaquim Manuel saiu com uma jaca na cabeça, imitando Jaca O’Lanterna, uma lenda que ele inventou, e estava com um lindo vestido de sua mãe Maria Joaquina.

         Já no interior do cemitério, Manoel e Joaquim resolveram acender velas, para deixar o ambiente mais tenebroso. Eles começam a uivar de uma forma arrepiante, o Coveiro brasileiro, Severino da Silva, escuta os estranhos sons vindos do cemitério, e resolve averiguar o que estava acontecendo. Muito assustado Severino continua andando pelo cemitério com sua pá e seu lampião pronto para dar um golpe fulminante na primeira coisa que se mover em sua direção.

         Ao encontrar as velas acesas o coveiro se desespera, mas numa pequena rajada de vento, todas as velas se apagam. Os garotos também se assustam, e resolveram sair das covas onde estavam escondidos para se desculpar pela brincadeira que estavam armando para assustar o homem.

         Então, subitamente, Severino golpeia os dois garotos de forma violenta na cabeça, arrancando as frutas da cabeça dos jovens, e sem pensar, Severino continua batendo com sua pá incessantemente até que os dois garotos já sem forças para suportar os golpes caem inconscientes.

         O coveiro espera por um instante e percebe o erro que cometera, e que as coisas que ele acabou de atacar, não eram monstros, e sim dois garotos.

         Para tentar esconder os corpos, Severino abre uma cova e joga os dois lá dentro, e os enterra.

         Algum tempo depois...

         As buscas pelos garotos foram tantas, que um dia desses finalmente conseguiram encontrar os dois corpos enterrados no cemitério, e em volta encontraram outros corpos. Assim então Severino foi preso por assassinar mais de 5000 pessoas e enterrar no cemitério.

         O coveiro só assumiu a autoria do assassinato dos dois garotos, e jurava a inocência dos outros 4998 mortos.

         É difícil de acreditar que tudo começou com uma brincadeira.